Arquivo mensal: janeiro 2014

Casamento: modo se usar

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Case-se com alguém que adore te escutar contando algo banal como o preço abusivo dos tomates, ou que entenda quando você precisar filosofar sobre os desamores de Nietzsche.

Case-se com alguém que você também adore ouvir. É fácil reconhecer uma voz com quem se deve casar; ela te tranquiliza e ao mesmo tempo te deixa eufórico como em sua infância, quando se ouvia o som do portão abrindo, dos pais finalmente chegando. Observe se não há desespero ou insegurança no silêncio mútuo, assim sendo, case-se.

Se aquela pessoa não te faz rir, também não serve para casar. Vai chegar a hora em que tudo o que vocês poderão fazer, é rir de si mesmos. E não há nada mais cruel do que estar em apuros com alguém sem espontaneidade, sem vida nos olhos.

Case-se com alguém cheio de defeitos, irritante que seja, mas desconfie dos perfeitinhos que não se despenteiam. Fuja de quem conta pequenas mentiras durante o dia. Observe o caráter, antes de perceber as caspas.

Case-se com alguém por quem tenha tesão. Principalmente tesão de vida. Alguém que não lhe peça para melhorar, que não o critique gratuitamente, alguém que simplesmente seja tão gracioso e admirável que impregne em você a vontade de ser melhor e maior, para si mesmo.

Para se casar, bastam pequenas habilidades. Certifique-se de que um dos dois sabe cumpri-las. É preciso ter quem troque lâmpadas e quem siga uma receita sem atear fogo na cozinha; é preciso ter alguém que saiba fazer massagem nos pés e alguém que saiba escolher verduras no mercado. E assim segue-se: um faz bolinho de chuva, o outro escolhe bons filmes; um pendura o quadro e o outro cuida para que não fique torto. Tem aquele que escolhe os presentes para as festas de criança e aquele que sabe furar uma parede, e só a parede por ora. Essa é uma das grandes graças da coisa toda, ter uma boa equipe de dois.

Passamos tanto tempo observando se nos encaixamos na cama, se sentimos estalinhos no beijo, se nossos signos se complementam no zodíaco, que deixamos de prestar atenção no que realmente importa; os valores. Essa palavra antiga e, hoje assustadora, nunca deveria sair de moda.

Os lábios se buscam, os corpos encontram espaços, mas quando duas pessoas olham em direções diferentes, simplesmente não podem caminhar juntas. É duro, mas é a verdade. Sabendo que caminho quer trilhar, relaxe! A pessoa certa para casar certamente já o anda trilhando. Como reconhecê-la? Vocês estarão rindo. Rindo-se.

Curta Mais seu amor.

(Diego Engenho Novo)

Força minha amiga!

ImagemHoje, quero escrever especialmente para a minha amiga, uma das melhores, de anos, que eu amooo demais!

Sei que seu coração está machucado, e que não há nada que eu ou qualquer outra pessoa possa dizer para aliviar essa dor imensa. Ninguém pode dizer que entende o que você está sentindo, porque cada pessoa é diferente, e nossos sentimentos são diferentes, mesmo quando passamos por alguma situação parecida. O que posso te dizer é que consigo sim imaginar essa dor, e acredite, só de te ver sofrer, meu coração dói muito também!

Você é uma mulher incrivelmente maravilhosa. E merece toda a felicidade do mundo! Por isso, não desanime, se agarre em Deus, pois Ele vai te confortar e te mostrar o caminho. É só isso que você vai precisar para sair dessa.

E claro, sabe que eu estou sempre aqui para você, e que se precisar de alguém pra desabafar, pra chorar, pra dar um colo, ou só pra ficar do seu lado, quietinha, me chama! Conta comigo. Eu amo muito você. E não suporto te ver sofrer. Você não merece!

Fica bem… se cuida, e ore muito!

Queria poder arrancar essa dor de ti…

 

O dilema do sutiã

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Existem muitas teorias contraditórias sobre usar ou não sutiã.

Sempre ouvi dizer que o sutiã deixava os seios “em pé”. E eu sempre usei, mais também pelo fato de não ter muita opção, já que os meus são um pouco grandes, e não delicadinhos…

Até que, li esse texto: http://br.mulher.yahoo.com/blogs/preliminares/seios-livres-n%C3%A3o-usar-suti%C3%A3-faz-bem-para-094842322.html , do Yahoo!

Fala sobre os malefícios de usar sutiã. Muito interessante, e faz bastante sentindo!

Segue alguns trechos:

“A liberdade de não usar sutiã é incrível, mas não é fácil de ser aproveitada sem neuroses. É claro que, no meio do dia, seu “farol” pode ficar aceso e as pessoas vão notar que você está sem o acessório. Só que tudo isso pode ser pela sua saúde!”

“Um estudo francês que já dura 15 anos, mostra que o sutiã não é o responsável por prevenir que os seios fiquem flácidos. Na verdade, ele piora as coisas! Além disso, aquele papo de que sutiã preveniria problemas na coluna também não se comprovou.”

“O pesquisador, Jean-Denis Rouillon, mediu os seios de 330 voluntárias entre 18 e 35 anos. Aquelas que não era adeptas da peça tiveram uma queda de apenas 7 mm e seios mais firmes. A explicação é que o tecido mamário precisa de liberdade para se formar e fortalecer. Com o sutiã, os músculos se deteriorariam.”

É complicado aderir à isso, já que a nossa sociedade está acostumada e nos ensina desde pequenas que temos que usar sutiã. É tão obrigatório quanto usar calcinha. Outro dilema, já que estudos mostram que ficar sem calcinha, especialmente ao dormir, é muito benéfico, pois assim, a calcinha não “sufoca”, e fica mais fácil a transpiração.

A parte da calcinha eu já estou começando a adotar. E vou tentar começar a não usar sutiã. Em casa, claro. Dormir sem eu já durmo. 

Agora, sair de casa sem ele, vai ser mais difícil… quem sabe? 

E pra deixar os seios durinhos, exercícios. Não tem meios mais fáceis. Só o silicone. Hahahahah

Cada dia aparecem teorias e estudos novos… são tantos detalhes… mas não custa tentar! Se for pra melhorar né?

“Grandes amores existem!”

Esses dias, lendo uns textos do Yahoo, encontrei um em particular, que me chamou atenção. Por dizer exatamente o que eu sinto. Queria eu, saber escrever assim. Mas, já que não sou tão boa escritora assim, aí vai parte do texto! 

“Encontrar o grande amor não é como o dia da formatura. É como o primeiro dia de aula. Você não tem total certeza do que vai acontecer, de que caminho é aquele e de como você vai encarar os anos que estão por vir.

Amar o amor da sua vida é tudo isso e tem um quê de calma. Um quê de olhar ao redor e não se assustar mais como antes. É se sentir protegido, sentir que ser você mesmo é a melhor coisa que você poderia fazer. E querer ser um você melhor.

Somos todos crianças pequenas com sono. Queremos atenção, carinho, aconchego. E também querermos nos sentir lindos, interessantes, desejáveis, insubstituíveis. Queremos nos sentir completos e ter o ímpeto de andar de olhos vendados seguindo as instruções do outro.

E o amor é tudo isso. E mais. E algumas vezes menos. Mas sempre carrega consigo aquela sensação de plenitude, de completude, de preenchimento. É como se nada mais pudesse ser feito, como se nada mais pudesse ser falado. Como se todos os sentimentos e palavras e declarações coubessem em apenas um olhar.

Olhar o outro, reconhece-lo como outro e dia após dia ainda querer que aquele ser esteja tão próximo de você quanto você mesmo. Isso é amar. Querer essa pessoa, do jeito que ela é, com defeitos e qualidades, com limites, respeitando quem ela é. Isso é amor.

Quando você encontra o amor da sua vida torna-se inevitável querer sentir por outra pessoa o que você sente por si mesmo. É como duplicar um sentimento tão imenso. É como olhar para fora da mesma maneira que se olha para dentro.

Ser feliz é só uma parte disso tudo. Tem dias em que você é mais, tem dias em que é menos. Tem dias que nem lembra o que é esse tal ser feliz e também não tem tempo para pensar no assunto. E tem dias em que você acorda sorrindo, apenas por lembrar que não dá tempestade nenhuma ligada a essa calmaria.”

( http://br.mulher.yahoo.com/blogs/preliminares/grandes-amores-existem-133346508.html#more-id )

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Meu presente de fim de ano!

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2013 foi um ano mega punk. Cheio de acontecimentos malucos. Coisas chatas, e coisas maravilhosas. Mas sem dúvidas, a melhor coisa que poderia ter acontecido, o melhor presente que Deus poderia me dar, foi ter encontrado a pessoa mais incrível que já conheci. E não estou exagerando… nem estou falando como uma apaixonada boba e cega. Pois acredite, depois das coisas que passei, das experiências que tive, eu sei bem do que estou falando. Se ele fosse igual aos outros, eu veria logo, e nem levaria a diante!

O meu lindooooo, meu amor, Luiz! É um homem incrível. Um homem de verdade. E é minha metade que faltava mesmo. Só pode. Se não for ele, então não sei quem poderia ser. 

Ele é perfeito! Tem tudo o que admiro num homem, numa pessoa. É honesto. Divertido. Trabalhador. Sonhador. Sabe o que fazer com o dinheiro. É romântico, sensível, lindo, gentil, carinhoso. Tem ideias incríveis, sempre me surpreende, faz as coisas pensando em mim. Cuida de mim, me leva pra casa, mesmo de ônibus. É super cuidadoso, carinhoso. Não fez nada que me magoou até agora. Mesmo que faça pouco tempo que a gente se conheça, mas todos os outros caras que já conheci na vida, fizeram várias coisas que me machucaram. E os meus outros namorados, me magoavam praticamente todo dia. Sempre falavam algo meio chato, meio estúpido. Me trocavam por futebol, música e vídeo game. 

Mas com ele é diferente. Ele não é moleque. Ele é Homem. Especial. Me faz feliz, me faz sentir especial também.

Está sempre pensando em coisas pra fazermos juntos. Faz planos, pensa em roteiros românticos. E ainda adora ir ao cinema, várias vezes. Tipo todo mês. O que pra mim é um sonho!!!

Sem contar que temos os mesmos valores, opiniões parecidas… 

Nós podemos passar horas conversando, e olhando um pro outro, carinhosamente.

Passar meu tempo com ele é simplesmente maravilhoso!

E eu estou realmente feliz. Nunca pensei que poderia ter alguém assim, pra mim. Que um relacionamento poderia ser tão prazeroso. Nunca vou deixar isso escapar! 

*—*

Por acaso, me deparei com esse texto, e me identifiquei demais! Queria eu saber escrever assim… hehehe

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“Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.

E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome… Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é…Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de… Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é… Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama… Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é… Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a… Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é… Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é… Saber viver!!!”

Kim e Alison McMillen

texto retirado do link: http://pensador.uol.com.br/frase/NzY2NzA/